
Comprei um novo console. Mas não, não foi o Wii. Foi o velho Super Nintendo. Comprei de um amigo, junto com dois controles e alguns jogos. Mas, por hora, só estou com Super Mario World e uma versão pirata do International Super Star Soccer Deluxe – que parece não estar funcionando. Até o final do mês devo estar recebendo os outros jogos (e também o meu Zelda TP, que comprei no dia 13 do mês passado – esqueci de relatar esse acontecimento escroto aqui no blog).
Mas você pode estar ser perguntando: “Ué, você não já tinha um Super NES?”. Essa seria a lógica, uma vez que sou nintendista, entretanto, eu passei a geração 16 bits com um Mega Drive (ou Genesis), jogando Sonic, VectorMan, Shining in The Darknes e outros games. É claro que eu também jogava um pouco de SNES na casa dos amigos e numa locadora no clássico sistema de “1 hora é 1 real”. Porém, isso não foi o suficiente para aproveitar o console. Lógico que depois vieram os emuladores (principalmente aquele Zsnes) e foi aí que eu realmente conheci o console. Naquela época cheguei a ter mais de 100 rooms, embora não tenha aproveitado nem metade deles. Os que eu realmente aproveitei foram os RPGs. Conheci Zelda, Final Fantasy, Tales of Phantasia, Chrono Trigger, Breath of Fire, Earthbound, Front Mission, Secret of Evermore, Lufia e Seiken Densetsu (Secret of Mana).
Todavia, sempre tive vontade de ter o videogame e, agora, com ele sendo vendido a preço de banana, resolvi finalmente comprar um. No momento possuo a maior parte dos consoles domésticos da Nintendo: SNES, N64 e GC. Pretendo completar a coleção comprando, futuramente, um Nintendinho e um Wii.
Vou terminado esse post aqui para me aventurar um pouco mais em Mario, um dos games do SNES que eu nunca havia jogado direito. Agora que tenho o console, não há desculpa pra não zerá-lo. Por sinal, estou achando bem legal ver os gráficos de um 16 bits numa televisão mais moderninha.
Extra: aluguei o Need for Speed: Carbon e achei muito chatinho. Basicamente é um clone das versões Underground com algumas “inovações” meio inúteis. Pensei em trocar o jogo na locadora do Rodolfo no mesmo dia, mas não sei se isso é permitido e, como moro relativamente longe, preferi não arriscar perder a viagem. Bem, ao menos tenho o Mario World de consolo aqui…